Singrando Horizontes

Vive muito mais feliz
quem bebe as águas das fontes,
e, também, minh´alma diz,
quem vai Singrando Horizontes !
(Ialmar Pio Schneider - Porto Alegre/RS)

Vai, Singrando Horizontes,
O infinito é a ambição
rumo aos mais distantes montes,
rumo à imaginação!
(Sinclair Pozza Casemiro - Campo Mourão/PR)

Você é a Gralha Poeta
que leva nossa poesia
ao mundo, em que o grande esteta
criou com tanta harmonia!
(Nei Garcez – Curitiba/PR)
Nas artes e na literatura, vão surgindo as classificações didáticas, as separações por faixas etárias, estilos, temáticas etc. Ha professores e alunos no Brasil, que aprendem só isso da produção artística. Decoram nomes, escolas e datas, mas não se embrenham nos livros, preferem o futebol ou o vídeo-game. A Literatura de boa qualidade nos empolga, lemos sem poder largar o livro, as páginas suscitam nossa emoção, respondem ou provocam perguntas.

Sem a Literatura acumulada nos séculos, o ser humano estaria muito mais próximo da animalidade que ainda o caracteriza nas páginas policiais. Em minhas oficinas ninguém gasta muito tempo com aquela americana lista de soft, hard etc. etc. Falamos em cenas que não saem da memória, em emoções que derramam lágrimas, falamos em idéias e como expressa-las com eficiência. Quem entra em um Museu não fica procurando renascentistas, impressionistas, dadaistas, cubistas ou abstracionistas. O espectador inteligente não procura escolas ou datas, procura obras primas. Nossa ambição deve ser a obra-prima.

(André Carneiro)


Fonte da Imagem da Pomba = http://www.senado.gov.br/portaldoservidor/jornal/jornal121/qualidade_vida_paz.aspx

sábado, 30 de junho de 2012

Doze em Ritmo de Sextilhas (Parte 1)


A título de observação:

Por serem 240 sextilhas, dividi em 10 partes de 24 sextilhas, para que não fique muito extenso em uma postagem.

O livro eletronico foi gentilmente cedido pelo poeta Zé Lucas, o em papel recebi em Curitiba, do Arlindo Tadeu Hagen.

APRESENTAÇÃO

Ao lado do movimento trovadoresco, reconhecidamente como instrumento de coesão e amizade entre os poetas e seus familiares, no Brasil e até em outros países amigos, passamos a introduzir o debate poético, também aglutinador de ideias e estimulador de amizades.  A brincadeira, toda feita pela Internet, tomou corpo há mais de três anos e nos tem dado preciosos momentos de alegria e inspiração. Os debates se desenrolam num clima de entendimento, ética e solidariedade que nos encanta.  Todos os companheiros, já unidos pelos laços indestrutíveis da trova, concordamos em fazer parcerias usando a sextilha e a septilha nordestinas, cujo formato, com os versos ímpares brancos ou sem rimas, como no caso da sextilha, para facilitar o repentismo, deixa os poetas mais soltos no manejo das ideias. Não estabelecemos nenhum tema específico.  Deixamos fluir os versos com plena liberdade de pensamento, evitando apenas o baixo calão, o preconceito ou coisa assim, mas sem estabelecer normas, porque desnecessárias diante de gente de amadurecida educação e boa índole.

Este, com doze parceiros, foi, numericamente, o maior debate que já realizamos, produzindo 240 estrofes, ora paginadas neste livreto.

O convívio quase diário entre esses doze amigos do coração, pela Internet, foi, sem dúvida, muito gratificante para todos nós, mas a experiência mostrou que é melhor trabalhar com grupos menores, dadas as naturais dificuldades da comunicação eletrônica (panes no sistema, defeitos nos computadores, ausências de parceiros em viagens, problemas de saúde etc.).

Por fim, considerando-me talvez o mais beneficiado nesta parceria,
pelo que aprendi e desfrutei em termos de satisfação, conquista e aprofundamento de amizades, agradeço a todos os companheiros e coloco-me ao seu inteiro dispor no que eu possa ser útil dentro de minhas limitações.  

Cordialmente, José Lucas de Barros.

DOZE EM RITMO DE SEXTILHAS

1. Assis
 Queridos irmãos e irmãs,
parceiros de cantoria,
dando início a este debate,
previno-os com alegria:
- Preparem seus corações
para um banho de poesia!

2 – Delcy 
Que  voe   com   euforia
este  debate  iniciado,
aproximando    poetas
de outros e do meu Estado ,
e,  hoje,  para   começar,
vai  meu abraço apertado!

3 – Elisabeth 
Recebo o abraço apertado,
minha gente companheira,
e aqui, de minha cidade,
a Suíça Brasileira,
a notícia é promissora
de que o verso é sem fronteira!

4 - Prof. Garcia
Que informação verdadeira
esta que a colega diz,
se a poesia é um sonho
norteia nossos perfis,
pois quem não sonha não vive,
sonhando eu sou mais feliz!

5-Gislaine
Com nossa força motriz
podemos criar estrelas,
mil sóis faremos brilhar
na graça de poder vê-las.
Te agradecemos,  Senhor,
por em nossos versos, tê-las!

  06 - Hélio
 Bom mesmo é se posso vê-las
na imensidão do infinito,
 apesar de não tocá-las
 me acalmo se estou aflito,
 pois quem contempla as estrelas
 vê que o mundo é mais bonito.

07 - Milton
As estrelas, no infinito,
mostram, a crentes e ateus,
neste quadro limitado
que brilha nos olhos seus,
uma pequenina parte
da força imensa de Deus.

09 - Tadeu 
Não dê vazão ao revide
quando alguém lhe magoar.
Ao contrário, busque um meio
de conseguir perdoar
que o revide é bumerangue
disposto sempre a voltar!

10 – Thalma
Jamais se pode negar
que revidar é defeito.
Quem não exerce o perdão
vive a vida de mau jeito,
pois não conhece a verdade
da Lei de Causa e Efeito.

11 - Vanda 
  Desta forma, ao nosso jeito,   
  vamos cumprindo a missão: 
  vemos o mundo e colhemos 
  em tudo uma inspiração 
  que, antes de expressar poesia, 
  passa pelo coração.  

12 - Zé Lucas
Este nosso mutirão
tem tudo para dar certo,
pois somos doze andarilhos
atravessando o deserto
pra desafiar distâncias,
porque, pra nós, tudo é perto. 

13 - Assis 
 Zé Lucas, poeta esperto,
é mesmo um sábio andarilho,
talvez pela boa sorte
de do Nordeste ser filho,
treinado na bela arte
de do Sol colher o brilho.

14 - Delcy
 Seguimos o  mesmo  trilho,
doze  antigos  trovadores ,
que as distâncias não separam
pois são  grandes  sonhadores,
que  versejam  em  sextilhas
e   falam  dos  seus  amores!

15 - Elisabeth
Nós que somos trovadores,
pelo verso destemido,
a nossa voz  se agiganta...
o bem é fortalecido,
porque falando de amor
a vida tem mais sentido!

16 - Prof. Garcia
Quando o verso é bem urdido
e a estrofe fica bem feita,
a peça logo acabada
fica tão linda e perfeita,
que a musa sente ciúme
e ao lado dela se deita!

17-Gislaine
Um verso lindo deleita!
O nosso dom de trovar,
é  uma bênção que nós temos  
de, em versos, poder cantar:
amor, saudade, afeição,
e  nova emoção criar!

18 - Hélio
 Quando o mundo se tocar
 quão benéfica é a poesia,
 vai ver que constam nos versos
 a paz, o amor e a harmonia,
 mesmo quando os vates unem
 o real à fantasia.

19 - Milton
Quando é bem feita a magia
até o mágico se encanta,
alegre ou emocionante,
nosso verso se agiganta:
como é bom quando alguém colhe
os versos que a gente planta!!!

  21 – Tadeu 
    A nossa matéria-prima
deve ser sempre o amor.
Quem não tiver isto em mente
será só compositor
de muitos versos bonitos,
sem alma de Trovador! 
  
22 – Thalma 
Para ser bom Trovador 
não basta rimar direito, 
é preciso haver ternura 
feito um mar dentro do peito... 
Sem amor não há poesia, 
sem ele nada é perfeito! 
  
23 - Vanda 
Sendo o caminho imperfeito, 
Deus ameniza a jornada, 
dando-nos feixes de rimas... 
e os poetas, em parada, 
vão traçando no caminho 
uma faixa iluminada. 
  
  24 - Zé Lucas
Vejo a poesia estampada
na manhã que se levanta,
na ternura dolorosa
dos olhos da Virgem Santa
e na grandiosa beleza
da cachoeira que canta! 

Fonte:
Doze em Ritmo de Sextilhas: Debate pela Internet. 20.02.2010 a 22.12.2010., 2012.

Joana Veiga (Era uma Vez…)


Joana é aluna da 7a. Série do Colégio de Educação Básica de Montes Claros.

Era uma vez 
Um reino distante 
Onde vivia 
Um rei cintilante.

Vivia em paz 
Sem guerras, sem manhas 
Com seus amigos 
E com suas aranhas.

Um dia sua filha desapareceu 
e foi uma grande desgraça; 
O reino andava triste
E sem nenhuma graça.

Então o rei decidiu ir procurá-la:
Levou um pouco de poção
E, sem se esquecer,
Chamou o seu dragão.

Voaram, voaram,
Andaram, andaram, 
até chegarem ao castelo 
Onde vivia um ogre amarelo.

Bateram à porta,
Ninguém abriu;
Bateram novamente 
E nem um pio.

Então decidiu entrar à socapa. 
Bebeu um pouco de poção
E, com a faca na mão,
Começou a sua emboscada.

Subiu à torre mais alta
Onde estava a sua adorada,
Morta no chão
Sem nenhuma arranhão.

Foi à procura do ogre
e encontrou-o no quarto
e no meio daquela bagunça
encontrou um frasco.

O frasco dizia:
“ Cura milagrosa para a morte”.
Teve logo a feliz ideia
Que lhe daria muita sorte!

Foi buscar o frasco,
Muito sorrateiramente
Deu de beber à sua amada 
que acordou de repente.

Assobiou ao dragão
Que já sabia o que fazer:
Levou a rapariga 
Logo ao amanhecer.

Com a força de um gigante
E o coração mais contente
Afirmou que do ogre se iria vingar
Em nome de toda a gente.

Começou a berrar
 até o ogre acordar;
 mal o ogre acordou 
deu-lhe de papar.

O ogre, como era cego, 
Pensava que era um criado;
Mas quando engoliu
Sentiu um arrepio.

O ogre morreu,
Todos os seus criados se libertaram.
O rei voltou para a sua terra,
Onde todos o esperavam.

Já estava tudo bem
Tudo normal
O reino alegre
E excepcional.

Fonte:
Contos de Terror e Imaginação. Escola de Ensino Básico de Montes Claros.

Marcelo Spalding (O Fim do Livro Didático)


O livro assistiu à conquista dos mares e do espaço, ao massacre de tribos inteiras, à construção de aldeias que viraram cidades que viraram metrópoles, a Grandes Guerras Mundiais, a Cismas e Revoluções no Oriente e no Ocidente; contribuiu com o surgimento de nações fortes e líderes sanguinários, de ideias que originaram a eletricidade, o avião, o telefone, a bomba atômica, o rádio, a vacina, o cinema, a genética, a internet; consolidou línguas, perpetuou religiões, criou mundos imaginários. O secular e sagrado livro, atravessou um milênio inteiro – o das luzes, o das invenções – praticamente incólume, soberano numa era de rápidas transformações tecnológicas, nos fazendo acreditar que ele, o livro, era realmente como a colher, o martelo, a roda ou a tesoura. Mas não.

 Nem o livro – e talvez nem a colher, a roda ou a tesoura – está livre de transformação nessa passagem do mundo analógico para o mundo digital, do mundo de átomos para o mundo de bits, o que tem provocado verdadeiro alvoroço em uma geração nascida e criada em meio a (muitos) livros. Sim, muitos, porque se em 1427 havia apenas 122 livros na Universidade de Cambridge, hoje são mais de 150 milhões de volumes mantidos em 150 quilômetros de prateleiras só na nesta Universidade.

 Tal profusão é sinal de que o livro não conquistou apenas as estantes, mas também o coração e o imaginário de seus leitores: “É preciso reconhecer o mundo como um grande livro”, nos dirá Guilherme de Baskerville, o frade franciscano protagonista de O Nome da Rosa; “Liesel quase puxou um título do lugar, mas não se atreveu a perturbá-los, eram perfeitos demais”, contará a protagonista Morte em A menina que roubava livros; “Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante”, revelará Clarice Lispector no antológico conto “Felicidade Clandestina”.

 Há algum tempo, porém, o livro não é mais o único a transmitir essas histórias, sonhos, medos, lições, tem dividido bastante de seu protagonismo com o cinema, a televisão, agora a internet. Sem contar que cada vez mais a escrita em geral – e a literatura em particular – encontra novos e variados suportes digitais com características distintas e capazes, inclusive, de modificar o texto em si, numa revolução que o estudioso Roger Chartier considera “com poucos precedentes tão violentos na longa história da cultura escrita”.

 Nesse aspecto, o próprio objeto físico tem sido rediscutido, com alguns prevendo que ocorrerá com o livro o mesmo que com os discos ou os filmes fotográficos: uma transposição do seu formato de átomos para um formato de bits, digital. É nesse contexto que foram lançados há algum tempo aparelhos como o Kindle e mais recentemente aparelhos como o iPad, com telas já muito melhor adaptadas à leitura do que as telas dos notebooks ou PCs. Dizer que os aparelhos digitais irão substituir por completo a milenar tradição de livros impressos, entretanto, é tão leviano quanto ignorar sua presença ou lutar contra ela.

 Livros de referência, como enciclopédias, atlas, dicionários, guias, legislações e manuais, fazem muito mais sentido numa plataforma digital do que no papel. Por pelo menos duas razões: a facilidade de consultas precisas e a facilidade de atualização. Só interessa a um mercado tradicional e um tanto viciado que um estudante compre o mesmo livro a cada ano, preocupado apenas com a mudança de uma ou outra lei que foi alterada naqueles meses, por exemplo.

 Na sala de aula, da mesma forma, livros didáticos grossos e caros são cada vez mais anacrônicos (ainda que coloridos e bonitos), e não pela questão pedagógica, tão bem discutida há algum tempo por nossos colegas pedagogos, mas pela questão tecnológica. Fazer os pais comprarem uma caixa de livros didáticos de editoras e autores que se repetem, conjunto de livros cujo valor ultrapassa o de muitos tablets, é hoje tão justificável quanto a compra da última versão da Barsa pela biblioteca da escola.

 Em livro chamado “A sala de aula interativa”, Marco Silva, ainda no ano 2000, já defendia o uso de ferramentas tecnológicas em sala de aula, mudando não apenas os materiais, mas também o método de ensino:

 “A sala de aula interativa seria o ambiente em que o professor interrompe a tradição do falar/ditar, deixando de identificar-se com o contador de histórias, e adota uma postura semelhante a do designer de software interativo. Ele constrói um conjunto de territórios a serem explorados pelos alunos e disponibiliza co-autoria e múltiplas conexões, permitindo que o aluno também faça por si mesmo. Isto significa muito mais do que ‘ser um conselheiro, uma ponte entre a informação e o entendimento, [...] um estimulador de curiosidade e fonte de dicas para que o aluno viaje sozinho no conhecimento obtido nos livros e nas redes de computador’. O aluno, por sua vez, passa de espectador passivo a ator situado num jogo de preferências, de opções, de intercompreensão. E a educação pode deixar de ser um produto para se tornar processo de troca de ações que cria conhecimento e não apenas o reproduz.”

 Um livro didático, como se sabe, é a reprodução de um discurso e de uma construção feita fora do contexto do jovem aluno, desconsiderando suas particularidades e reduzindo sua participação a preencher de lacunas. Aplicativos didáticos, embora hoje sejam muito caros, aos poucos podem ser desenvolvidos pelas universidades de cada cidade, numa parceria entre cursos de informática e educação, por exemplo, considerando a linguagem, a região e a realidade social em que estão inseridas as escolas, bem como as propostas educacionais de cada instituição.

 Com isso, talvez fosse possível investir parte do valor milionário que hoje é gasto em livros didáticos em livros de literatura. Livros em papel, que seja, pois ainda que haja – e cada vez mais – literatura nas mídias digitais, temos e por muito tempo teremos boa literatura nos livros impressos. E a literatura, quando bem trabalhada, incentiva os jovens a ler, aprimora técnicas de leitura, raciocínio, compreensão, o que no final das contas é fundamental para qualquer disciplina.

 Mais importante do que o uso de livros didáticos (ou mesmo de aplicativos didáticos) é o gosto e a capacidade de leitura, pois sem a leitura em breve não teremos mais livros – nem digitais, nem impressos; nem literários, nem didáticos. E dá para imaginar um aluno estudando apenas por aqueles tutoriais em vídeo de qualidade duvidosa? Que se permita o surgimento de novas tecnologias em sala de aula, mas que se preserve o que de melhor a tradição escolar construiu.

Fonte:

Carlos Zemek (No Mundo dos Sonhos)



Pintura de Carlos Zemek 
(Inspirado em um sonho)
Eu flutuo pelo espaço ... posso ver estrelas por todos os lados, quando percebo que estou próximo a uma nebulosa cor violeta .... Vejo a Terra de fora ... Mas ela é apenas uma rocha ... Onde um homem de capa de chuva e chapéu metálicos grita lá de baixo na superfície do planeta em meio a uma tempestade de chuva ácida ... 

- Desce aqui meu amigo emplumado ... por que voas por aqui??? 

Sem entender por que ele me chamara de amigo emplumado eu resolvi descer voando e na descida eu noto que meu corpo é recoberto de penas azuis brilhantes ... eu sou apenas um pequeno pássaro azul ... 

Pouso a seu lado em uma rocha e a tempestade se transforma em fina garoa, ele abre um guarda-chuva e o prende na rocha pra me proteger das gotas ácidas que já incomodavam minhas penas ... 

É uma sensação estranha ser um pássaro disse eu ! 

- Você sabe muito bem, podemos ser tudo que imaginamos.. 

- Eu não me imaginei um pássaro!

- Mas voava pelo infinito como um !!! 

- Eu estou sonhando não estou ?? 

- Sim

- Quem é você ? 

- Sou parte do Todo como você... 

- Por que chove ??? Se isto é um sonho não podia parar ??? 

- É assim que está sua mente no momento ... (Uma risada sinistra que me dá arrepios) 

- Você é um elemental, espírito ou algo parecido??? 

- Nomes simplórios para definir meu estágio temporário de vida ... 

Mas comparando poderia dizer que sou algo assim. 

- Me sinto inquieto, posso voar um pouco ?? 

- Claro, o que você procura está do outro lado deste planeta ... 

- Ok... (Me perguntei se ele sabia o que eu queria pois eu não sabia.) 

Voar é uma sensação maravilhosa ... saio da atmosfera do planeta e já vejo uma espécie de lua cor violeta .. cheia de plantas e árvores ... enquanto me aproximo uma voz dentro de minha cabeça diz: 

- Alto quem vem lá ???(Percebo que é a lua violeta quem fala comigo) 

- Estou apenas de passagem... (Digo em voz alta)

- Pode vir!! (Diz a Lua) 

Quando me aproximo bastante, posso ver que é um planeta muito parecido a Terra ... com árvores e plantas, mas tudo é púrpura, violeta, azul, roxo e lilás.

Pouso em uma pedra e observo um belo lago com três árvores que parecem emitir luz própria.

Quando olho para o lado lá está novamente o homem de capa de chuva metálica.

- Onde estou? (Pergunto maravilhado com a visão da paisagem)

- Está no lugar tranquilo de sua mente, dentro do mundo dos sonhos.

Fico ali alguns minutos observando a maravilhosa paisagem enquanto uma sensação de paz e tranquilidade invadem minha mente.

Após algum tempo uma grande espiral se abre no espaço e me suga rapidamente para dentro ... nesse instante acordo... mas com a imagem da linda Lua violeta e o lago com as três árvores impressa em minha mente.

Fonte:

Concurso Nacional de Contos de Ponta Grossa (Resultado Final)


CATEGORIA NACIONAL:

“A PASSAGEM QUE SE PERDEU NO SERTÃO: OU O QUE FOI FALADO NA MORTE DE QUELE-MÉM” de Alexandre Magno Jardim Pimenta, de Franca/SP

“FIAT LUX” de Bethânia Pires Amaro, de Salvador/BA

“O RELÓGIO” de Marcia de Oliveira Gomes, de Rio de Janeiro/RJ. 

Menções Honrosas na Categoria Nacional 

“O QUARTO DO FILHO” de Juliana Cristina Curvo, de Cuiabá/MT

“EM NOME DO PAI” de Ricardo Francisco de Camargo Chagas, de Ivaiporã/PR

“DE ONDE VÊM OS BEBÊS?” de Natasha Suelen Ramos de Saboredo, de São José dos Pinhais/PR. 

CATEGORIA LOCAL:

“VELHICE” de Jeanine Geraldo Javarez

“A BORBOLETA NA ORELHA” de Rodrigo Kwiatkowski da Silva

“AS BANDAS DA BUNDA” de Rosicler Antoniácomi Alves Gomes. 

Menções honrosas na Categoria Local

“JORNAL VELHO” de Aldo Roberto Lemes de Almeida

“O CERCO NA AREIA” de Tiago Afonso Marenda.

Fonte:
http://concursos-literarios.blogspot.com  

Varal de Poesias UNIFAMMA (Prazo: 30 de Agosto)


Organização:
 Faculdade Metropolitana de Maringá
 varaldepoesias@unifamma.edu.br

Regulamento:

 A Faculdade Metropolitana de Maringá promove a sétima edição do VARAL DE POESIAS que tem como propósito promover a aquisição de novos conhecimentos bem como desenvolver a sensibilidade e as capacidades de percepção, abstração e comunicação social, dentre outras. Trata-se de um concurso de poesias de tema, forma e estilo livres que abre espaço para duas formas de participação: comunidade interna (alunos, professores e funcionários da Instituição) e comunidade externa (na qual poderão inscrever-se poetas de todo Brasil e do exterior).

 O projeto se realiza no período de 15 de maio a 31 de outubro de 2012 e envolvendo docentes e alunos da Faculdade Metropolitana de Maringá. Todo empenho da comissão organizadora será no sentido de que o Projeto se constitua em mais um espaço de aprendizagem e de desenvolvimento humano proposto e mantido pela IES.

 Regulamento do concurso:

 Os trabalhos devem ser inéditos;

 - Os trabalhos só poderão ser enviados por meio eletrônico, para o endereço www.unifamma.edu.br/evento. Após preencher todos os campos ficha de inscrição anexar as poesias identificando-as APENAS pelo pseudônimo.

 - A data de inscrição, online, vai de 15 de maio a 30 de agosto de 2012;

 - O poeta poderá inscrever até 5 (cinco) poesias;

 - As dúvidas poderão ser esclarecidas pelo endereço eletrônico varaldepoesias@unifamma.edu.br;

 Prazo de inscrição: de 15 de maio a 30 agosto de 2012.

 Premiação:

 - menção honrosa aos trabalhos classificados de 1º ao 10º lugar.

 Procedimentos técnicos

 O projeto de extensão VII Varal de Poesias compreende quatro etapas:

 - da elaboração – em que se busca a participação e o envolvimento de

 a) parceiros;

 b) da divulgação – em que se torna público o concurso;

 c) da seleção – em que se analisa todo o material recebido, a fim de classificar os cinquenta melhores trabalhos (semifinalistas). Para isto, reunir-se-ão professores de língua e literatura portuguesa que, após lerem todos os trabalhos, apontarão as poesias classificadas. Posteriormente, os trabalhos serão enviados, por e-mail, à AML para que a Entidade proceda à seleção das dez poesias finalistas.

 d) da premiação – é quando as poesias escolhidas são premiadas em um evento aberto, intitulado “Noite Cultural”, aberto à comunidade em geral.

Fonte:
http://concursos-literarios.blogspot.com

XIII Concurso Literário ACLe (Prazo: 20 de Agosto de 2012)


Organização:
 Academia Criciumense de Letras
 (48) 3433 2428 e (48) 3433 9643
 http://www.acle.com.br/faleconosco.html

Regulamento:

 1 – A Academia Criciumense de Letras, através de seus acadêmicos, promove o “XIII CONCURSO LITERÁRIO – ACLe – 2012”.

 2 – O concurso objetiva estimular a produção literária no sul de Santa Catarina e nele poderão se inscrever autores residentes no Estado, sem limite de idade ou escolaridade.

 3 – As obras, nos gêneros CONTO, CRÔNICA e POESIA, deverão ser inéditas, tendo como tema as etnias presentes na formação do povo catarinense.

 Nota: Pelo caráter ficcional dos gêneros propostos (conto, crônica e poesia) serão desclassificados os textos de cunho puramente histórico-documental.

 4 – Serão conferidas Medalhas de Mérito aos três primeiros classificados nos gêneros CONTO, CRÔNICA E POESIA, além de 2 (duas) ou mais Menções Honrosas, a critério da Comissão Julgadora. Todos os classificados receberão Diploma de “HONRA AO MÉRITO” e 1 (um) exemplar da Revista Acadêmica nº 13. Estabelecimentos escolares com alunos premiados no evento receberão Diplomas Especiais de “HONRA AO MÉRITO”, através de sua Direção.

 5 – A Academia Criciumense de Letras – ACLe – editará os trabalhos premiados em sua Revista Acadêmica nº 14. A premiação e o lançamento da revista acontecerão em Sessão Solene, com data, local e horário a serem comunicados com antecedência.

 6 – Cada concorrente poderá inscrever até duas (02) obras nas três (03) categorias, ou seja, há a possibilidade de apresentar ao Concurso até seis (06) trabalhos.

 7 – Os textos deverão ser escritos em Língua Portuguesa, podendo haver expressões em outro idioma, e atendendo aos seguintes requisitos quanto à extensão: o POEMA não poderá ultrapassar 60 (sessenta) versos ou linhas poéticas, ou no máximo duas (02) páginas; a CRÔNICA, até 40 linhas ou no máximo duas (02) páginas; o CONTO, não mais que 02 (duas) páginas. Acima destes padrões, os trabalhos não serão considerados inscritos à concorrência e premiação.

 8 – Todos os trabalhos inscritos deverão ser apresentados em grafia por computador, fonte Arial ou Times New Roman, tamanho 12, com espaço 1,5 e utilizando apenas uma das faces da folha tamanho ofício e obrigatoriamente em cinco (05) vias (pode ser em cópia xerox)

 9 – Em todos os trabalhos deverão constar apenas o título, o gênero, a idade (importante) e um pseudônimo do autor. O pseudônimo deverá ser diferente de outros anteriormente usados pelo concorrente. Se o candidato inscrever mais de um trabalho, deverá utilizar pseudônimos diferentes para cada um deles. O nome verdadeiro no trabalho desclassifica a obra.

 10 – Dentro do envelope que contém os trabalhos deverá ser acrescentado um outro, menor e lacrado, com os seguintes dados: título da obra; pseudônimo; nome completo, idade e xerox de um documento pessoal (RG ou outro); endereço (domiciliar /escolar ou profissional); em caso de estudantes, nome do estabelecimento de ensino; série do aluno; telefone e/ou e-mail.

 11 – Na parte externa do envelope, contendo os trabalhos e a identificação, deverão constar somente o endereço, o pseudônimo e a idade do concorrente.

 12 – O material assim composto deverá ser remetido no período 21/05/2012 a 20/08/2012, impreterivelmente, com registro postal ou entrega direta, para:

 ACADEMIA CRICIUMENSE DE LETRAS
 Fundação Cultural de Criciúma
 Rua Coronel Pedro Benedet, 269 – Centro
 88801-250 – Criciúma, SC.

 Ou ainda:

 ACADEMIA CRICIUMENSE DE LETRAS (somente pelo correio)
 Rua Coronel Pedro Benedet, 190 – Sala 512
 Galeria Catarina Gaidzinski – Centro
 88801-250 – Criciúma – SC.

 Telefones para informações: (48) 3433 2428 e (48) 3433 9643

 13 – Os trabalhos serão julgados por uma comissão formada por 05 (cinco) acadêmicos indicados pela diretoria da ACLe. A decisão da Comissão Julgadora é soberana.

 14 – Os resultados serão divulgados na primeira quinzena de outubro, em jornais e órgãos de comunicação da cidade de Criciúma.

 15 – O presente regulamento será divulgado no site da ACLe http://www.acle.com.br

 16 – Os trabalhos inscritos não serão devolvidos.

 17 – O encaminhamento dos trabalhos na forma prevista neste regulamento implica na concordância com as disposições nele consignadas.

 Iara Almansa Carvalho
 Presidente da ACLe

 Edna Margarida Gaidzinski Bastos
 Secretária da ACLe

 Sandra Meyer Silvestre
 Coordenadora do Concurso

Fonte:
http://concursos-literarios.blogspot.com 

IV Concurso de Poesia Popular da UBT-Maranguape (Prazo: 31 de Agosto de 2012)


Organização:
 UBT - Maranguape
ubt.mpe@gmail.com

Regulamento:

 1) REQUISITOS:

 Cordel, sextilha, septilha, décima, glosa, poesia em trovas, poesia em quadras, acróstico, trova, haicai, poetrix, trevo, ode, poesia livre ou outro estilo de poesia, 

 inéditos(as), que versem sobre um dos temas a seguir:

 a) Fatos pitorescos, interessantes ou hilariantes ocorridos no Município de Maranguape, ou que façam menção ou tenham relação a Maranguape, sobre a fundação, história do município/distrito, localidade/comunidade de Maranguape;

 b) Pessoas importantes, de destaque, populares, curiosas do município de Maranguape ou homenagem a maranguapense ou a família(s) de maranguapense(s), artistas, humoristas, políticos, empresários, professores, médicos, religiosos, poetas, trovadores, a uma profissão com atuação em Maranguape;

 c) Histórias ocorridas nos bairros, distritos, comunidades ou na cidade de Maranguape, inclusive de eventos no município, histórias ou poesias sobre bairros, distritos, localidades, entidades, órgãos, academias (ACLA Academia de Ciências, Letras e Artes de Columinjuba), UBT-Maranguape (União Brasileira de Trovadores), festival do humor, empresas, associações, universidades/faculdades ou escolas do município de Maranguape; 

 d) Histórias interessantes, hilariantes, humorística, de ficção, sobrenaturais, científicas, folclóricas, esportivas, futebolísticas, de rádio, ambiental, política, religiosa, desfile estudantil, teatro, trilhas na serra, causos em forma de poesia, poesia livre, que tenham menção/relação com o município de Maranguape, seus distritos ou localidades/comunidades;

 e) Cordel de tema livre ou outro estilo de poesia com tema livre (que não tenha relação/menção ao município de Maranguape) será aceito como participação especial.

 2) LIMITES: No máximo um trabalho por concorrente, de livre escolha do estilo e tema, de qualquer local do país/exterior. O concurso é aberto aos simpatizantes de poesias, poetas/cordelistas, estudantes etc.

 3) ENDEREÇO PARA REMESSA DOS TRABALHOS:

 a) Por e-mail para o endereço eletrônico: ubt.mpe@gmail.com
 Quando da remessa deverá ser indicado nome do autor, endereço completo, cep e telefone.

 b) Pelo correio indicando nome do autor, endereço completo e telefone.

 IV CONCURSO DE POESIA POPULAR – UBT-MARANGUAPE
 A/C: Moreira Lopes
 R. Major Agostinho, 558 – Centro
 61.940.090 – Maranguape/CE

 4) PRAZO PARA REMESSA: Até 31 de agosto de 2012.

 5) CLASSIFICAÇÕES: 5 trabalhos vencedores [1º. a 5º.] / 5 Menções honrosas [6º. a 10º.] / 5
 Menções especiais [11º a 15º.].

 6) Prêmios: Troféu para o 1º. colocado geral e diploma para cada um dos classificados.
 A premiação está prevista para o dia 20.10.2012, em local a ser confirmado.

 7) JULGAMENTO: A UBT-Maranguape formará a comissão julgadora do concurso.

 Obs: Serão desclassificados os trabalhos postados após 31.08.2012. Pelas simples remessa do trabalho o(a) concorrente aceita as normas do presente regulamento e autoriza a publicação e divulgação do trabalho pela UBTMARANGUAPE através de livros, informativos, na internet e no programa Brasil Trovador pela rádio FM Maranguape 106,3 (www.maranguapefm.com.br). Os trabalhos não serão devolvidos.

 Maranguape, CE, em 02 de abril/2012.
 Moreira Lopes / Presidente da UBT-MARANGUAPE e Coordenador do Concurso. 
 Participe pelo e-mail: ubt.mpe@gmail.com

XIII Concurso de Poesias de Casimiro de Abreu (Prazo: 31 de Agosto)


Organização:
 Fundação Cultural Casimiro de Abreu
cultura@culturacasimiro.rj.gov.br

Regulamento:

 Participantes:

 Poderão participar do concurso moradores do município de Casimiro de Abreu, demais municípios do Brasil e brasileiros residentes no exterior, com idade a partir de 16 anos, completados até o dia 31 de agosto de 2012, que cumpram os requisitos deste regulamento.

 Para os brasileiros residentes no exterior é necessário que possua uma conta bancária em qualquer banco no Brasil para recebimento da premiação.

 Não poderão concorrer membros da Comissão Julgadora, servidores da Fundação Cultural Casimiro de Abreu e demais pessoas envolvidas na organização do Concurso.

 Período de inscrição:

 Os trabalhos deverão ser entregues na Fundação Cultural Casimiro de Abreu, Rua Salomão Ginsburg, 168, Centro – Casimiro de Abreu RJ – CEP 28860-000, no horário de 09h às 17h, de segunda a sexta-feira, entre 14 de maio e 31 de agosto de 2012 ou enviadas por Correio obedecendo as mesmas datas, valendo o carimbo postal como comprovante do prazo.

 Textos:

 Deverão ser escritos em língua portuguesa, digitados em papel branco A4, de um só lado da folha em fonte Arial ou Times New Roman, tamanho 12, espaço 1,5, em 5 (cinco) vias;

 O tema é livre

 Não serão aceitos trabalhos manuscritos.

 Os trabalhos deverão ser inéditos, isto é, que não tenham sido objeto de qualquer tipo de apresentação, veiculação ou publicação antes da inscrição no concurso e até a divulgação do resultado e entrega dos prêmios aos vencedores.

 Cada concorrente poderá participar com apenas 1 (um) trabalho.

 Nas páginas enviadas deverão conter somente o título da obra, a obra e o pseudônimo do autor. 

 A fim de resguardar a lisura da seleção dos trabalhos, os pseudônimos NÃO deverão guardar qualquer semelhança com o nome, apelido ou outro fator de identificação do concorrente.

 Não serão aceitas, em nenhuma hipótese, trocas, alterações, inserções ou exclusões de partes ou de quaisquer das obras após a entrega, ainda que dentro do prazo de recebimento.

 Apresentação dos Trabalhos – Envelope:

 Os trabalhos deverão ser enviados dentro de um envelope endereçado da seguinte maneira: 

 XIII CONCURSO LITERÁRIO DE POESIA 
 Fundação Cultural Casimiro de Abreu
 Rua Salomão Ginsburg, 168, Centro 
 Casimiro de Abreu – RJ.
 CEP 28860-000 

 No remetente deverá vir escrito o nome do autor e o endereço.

 O pseudônimo NÃO poderá vir escrito no exterior do envelope.

 TODAS as folhas dos trabalhos deverão conter apenas o pseudônimo no rodapé, sem assinatura ou qualquer tipo de identificação.

 A ficha de inscrição devidamente preenchida e assinada deverá vir dentro do envelope.

 É importante o preenchimento correto da ficha de inscrição, para correta identificação do participante e para facilitar contatos posteriores.

 O preenchimento incorreto ou ilegível da ficha de inscrição poderá desclassificar o concorrente.

 Não serão aceitas inscrições pela Internet.

 Não haverá devolução dos trabalhos recebidos.

 Os trabalhos que não obedecerem às regras e condições estipuladas neste regulamento serão automaticamente desclassificados.

 Julgamento

 O corpo de jurados será formado por profissionais da área, altamente qualificados e designados pela Comissão Organizadora do Concurso.

 As decisões do júri são soberanas e irrecorríveis.

 Serão ainda critérios para julgamento:

 Demonstrar conhecimento da língua portuguesa;

 Manter o texto dentro das dimensões propostas no Regulamento.

 A comissão organizadora decidirá sobre as omissões deste Regulamento, depois de ouvida a opinião do júri.

 Divulgação dos resultados:

 O resultado será divulgado através do site: www.culturacasimiro.rj.gov.br e do blog: culturacasimiro.blogspot.com.br, no dia 31 de outubro de 2012.

 Entrega da premiação:

 A premiação será entregue na Casa de Cultura Estação Casimiro de Abreu durante coquetel, às 20h, do dia 23 de novembro de 2012. 

 Premiação:

 O primeiro colocado receberá R$ 500,00 (quinhentos reais) e um certificado de participação.

 O segundo colocado receberá R$ 300,00 (trezentos reais) e um certificado de participação.

 O terceiro colocado receberá R$ 200,00 (duzentos reais) e um certificado de participação.

 Os concorrentes que tiverem seus trabalhos selecionados serão previamente comunicados por meio de correio eletrônico ou, na falta deste, por telefone.

 A seleção se dará pelo cumprimento das normas estipuladas neste regulamento.

 Apenas os concorrentes selecionados receberão certificados de participação via correio eletrônico em formato pdf.

 Os certificados serão enviados imediatamente após a conferência do conteúdo dos envelopes e validação da participação.

 O recebimento do certificado valerá como comprovante de inscrição.

 Certificados impressos só serão entregues aos concorrentes diretamente na sede da Fundação Cultural após a divulgação dos resultados.

 Em nenhum dos níveis de premiação será permitido o empate.

 O desempate ficará a cargo do júri, que destacará os trabalhos com o mesmo número de votos e realizará votação separada até que haja um vencedor. 

 Os critérios para julgamento serão subjetivos, dada a natureza do concurso. 

 Os prêmios deverão ser retirados no dia 23 de novembro de 2012 na Cerimônia Oficial ou na hipótese da ausência do vencedor, depositado em conta corrente por ele informada no prazo máximo de 60 dias após a data da premiação.

 Disposições Gerais

 A Fundação Cultural Casimiro de Abreu se reserva o direito de publicar poemas, vencedores ou não, em livros, ficando explícito que o ato de inscrição através da Ficha implica em autorização para publicação.

 Nos casos em que o participante for menor de idade, os pais ou responsáveis deverão assinar a Ficha de Inscrição.

 No caso da publicação de livros com poemas, o autor receberá 05 (cinco) exemplares a título de direito autoral.

 Casimiro de Abreu, 07 de maio de 2012.

 REALIZAÇÃO:

 PREFEITURA MUNICIPAL DE CASIMIRO DE ABREU
 FUNDAÇÃO CULTURAL CASIMIRO DE ABREU

Fonte:
http://concursos-literarios.blogspot.com

1º Concurso de Contos de Ituiutaba - Águas do Tijuco (Prazo: 06 de Agosto)


Organização:
 Fundação Cultural de Ituiutaba

Informações e Dúvidas:
concursodecontosaguasdotijuco@yahoo.com.br

Regulamento:

 A Fundação Cultural de Ituiutaba, com o objetivo de promover a literatura nacional, vem através deste tornar públicas as normas para a participação no 1º CONCURSO DE CONTOS DE ITUIUTABA “ÁGUAS DO TIJUCO”.

 REGULAMENTO

 1. DO CONCURSO

 1- A Fundação Cultural de Ituiutaba será responsável pela elaboração do regulamento, organização do concurso, indicação da Comissão Organizadora e Comissão Julgadora, divulgação dos resultados e pagamento da premiação.

 2- Os trabalhos de seleção e habilitação dos contos aptos à participação dar-se-ão por intermédio de Comissão Organizadora Paritária, composta por 05 (cinco) membros, representantes da Fundação Cultural de Ituiutaba, representante do conselho curador e cidadãos de notório conhecimento literário.

 3- O concurso dará ênfase a um único gênero literário: o conto.

 4- A participação do concurso implicará na concordância automática do participante com todas as cláusulas desse regulamento.

 5- Cada escritor poderá participar com apenas um conto e sem limite de páginas.

 6- Do concurso poderão participar brasileiros residentes em qualquer estado da federação e egressos de território internacional, abstendo-se de participar membros da comissão organizadora, comissão julgadora, bem como servidores da Fundação Cultural de Ituiutaba direta ou indiretamente envolvidos na organização.

 2. DOS TEXTOS

 1- É vetada a participação de obras que já tenham sido, anteriormente, premiadas ou tenham recebido menção honrosa em outros concursos literários, sob pena de inabilitação.

 2- A Formatação dos textos deverá ser digitada em folha A4, corpo 13, espaço 1,5 (entrelinhas) e fonte Arial, impressos na face frontal da página, devendo as subseqüentes, caso hajam, estar numeradas e grampeadas.

 3- Fica proibido o envio de capa, ilustrações, fotografias, prefácios, dedicatórias, agradecimentos ou quaisquer caracteres que possibilitem a identificação do escritor participante;

 3. DAS OBRAS INSCRITAS

 1. A comissão organizadora analisará, selecionará e encaminhará os originais para a comissão julgadora.

 2. Ao submeter o texto à comissão julgadora, o autor renuncia aos direitos de sigilo da obra, autorizando, automaticamente, a divulgação do material nos meios de comunicação disponíveis, preferencialmente, via internet.

 3. Para todos os efeitos legais, os autores declararão ser legítimos criadores dos textos inscritos e, assegurarão o ineditismo dos mesmos, eximindo a Fundação Cultural de Ituiutaba, bem como a comissão organizadora de responsabilidade por eventual infração em sua totalidade ou particularidade.

 4. DAS INSCRIÇÕES

 1. A participação é livre e isenta de taxa de inscrição.

 2. O período de recebimento dos contos dar-se-á de 06 de Junho a 06 de Agosto 2012 e, os contistas que pleitearem participação deverão enviar a respectiva produção cultural para a Rua 24, nº 1332 – Centro, Ituiutaba-MG – CEP:38.300-078, Fundação Cultural de Ituiutaba, aos cuidados da Comissão organizadora, responsável pelo recebimento, cadastramento e encaminhamento à avaliação dos contos recebidos.

 3. Os contos deverão ser enviados em um envelope grande e lacrado, identificado na frente com o nome do concurso. Dentro deste envelope os concorrentes deverão enviar um envelope menor, também lacrado, identificado na parte externa apenas com o título do conto e o pseudônimo utilizado. O envelope menor deverá conter uma folha com os seguintes dados: nome completo, e-mail, telefone para contato e dados biográficos. O prazo para inscrições termina impreterivelmente em 06 de Agosto de 2012, valendo a data do carimbo do correio.

 4. Os contos deverão ser apresentados em quatro (04) vias.

 5. DOS DIREITOS AUTORIAIS

 Parágrafo Único: A participação, a respeito da qual seja constatado qualquer ato atentatório à fidedignidade do concurso será julgada pela Comissão Organizadora, que decidirá pela responsabilização administrativa, sem prejuízo, das sanções penais e da responsabilização cível, cabíveis.

 6. DA ESCOLHA DA COMISSÃO JULGADORA

 Parágrafo Único: A Comissão julgadora do 1º Concurso de Contos de Ituiutaba “Águas do Tijuco”, será indicada pela Fundação Cultural de Ituiutaba e Comissão Organizadora.

 7. DOS RESULTADOS

 1. Não haverá devolução dos contos concorrentes, os quais, findo o concurso, serão incinerados com os respectivos envelopes de identificação.

 2. Além do conto premiado, outros nove serão selecionados, independentemente de classificação, que com o conto ganhador, constituirão um livro, com tiragem de 500 exemplares e distribuição gratuita, a ser publicado segundo critérios estabelecidos pela Fundação Cultural de Ituiutaba, observados os princípios da legalidade e da moralidade administrativa.

 3. Reserva-se a cada um dos 10 autores que colaborarem na composição da obra e comissões participantes a quantidade de 10 (dez), exemplares.

 8. PREMIAÇÃO

 1. Ao autor do melhor conto será entregue o prêmio, indivisível, em moeda corrente, no valor de R$5.000,00 (cinco mil reais), reservadas as obrigações tributárias previstas em lei.

 2. A solenidade da entrega da premiação ocorrerá em data, agendada pela Fundação Cultural de Ituiutaba e demais interessados pessoalmente e às expensas do ganhador, devendo a mesma se realizar nesta cidade de Ituiutaba.

 9. DAS RESPONSABILIDADES

 1. Serão automaticamente desclassificados os trabalhos encaminhados fora do prazo estipulado e, aqueles que se apresentarem em divergência às normas estabelecidas neste regulamento.

 2. O participante autoriza, desde já, a utilização de seu nome e imagem, livre de quaisquer ônus, para fins de divulgação e promoção do concurso literário em todo território nacional.

 10. DISPOSIÇÕES GERAIS

 1. A participação neste concurso cultural implica na aceitação automática e irrestrita das normas previstas neste regulamento.

 2. Dúvidas relacionadas a este instrumento deverão ser enviadas para o endereço eletrônico: concursodecontosaguasdotijuco@yahoo.com.br.

 3. Os casos omissos serão resolvidos pela Fundação Cultural de Ituiutaba, em decisão soberana da Comissão Julgadora.

 Ituiutaba, 28 de maio de 2012.

 Francisco Roberto Rangel
 Presidente da Fundação Cultutal de Ituiutaba.

 Lidiane Costa Souza
 Presidente da Comissão Organizadora.

Fonte:
http://concursos-literarios.blogspot.com 

Autor Anônimo (Oração do Cão Abandonado)

DEUS
Sei que sou um ser criado por ti, para ser amado
pelos homens mas nasci sem a sorte de alguns de minha espécie.

Hoje meu dono levou-me a um passeio de carro.
Chegamos em uma praça, ele tirou minha coleira,
me fez descer do carro, e virando-me as costas,
foi embora e nem se despediu.

Tentei segui-lo mas o carro corria muito e não pude alcançá-lo.
Caí exausto no asfalto. Ainda não entendi. Por que ele me abandonou?

Eu sempre o recebi abanando o rabo, fazia festa e lambia seus pés.
Sempre lati forte, para defendê-lo e afastar os estranhos da porta.

Eu brincava com as crianças... ah! elas me adoravam.
Que saudades. Será que elas ainda se lembram de mim?

Deus, eu fico imaginando como seria bom se eu pudesse
comer agora. Puxa, estou faminto.

Não tenho água para beber, e estou tão cansado.

Procuro um cantinho onde possa me abrigar da chuva,
mas muitas vezes sou chutado.
As pessoas não gostam muito de mim aqui nas ruas.

Estou fraco, não consigo andar muito,
mas encontrei enfim um lugar para passar essa noite.

Está muito frio e o chão está molhado.
Já não tenho pêlo para me aquecer, estou doente,
e creio que ainda hoje vou me encontrar contigo.
Aí no céu meu sofrimento vai terminar.

Peço-vos então, pelos outros, por todos os cãezinhos e animais
abandonados nas ruas, nos parques, nas praças.

Mande-lhes pessoas que deles tenham compaixão,
pois sozinhos, viverão poucos meses, serão atropelados,
sofrerão maltratos dos impiedosos. Proteja-os.

Amenize-lhes esse frio, com o calor das pessoas abençoadas.

Diminua-lhes a fome, tal qual a que sinto, com o alimento do amor que me foi negado.

Sacie-lhes a sede com a água pura dos Seus ensinamentos.

Elimine a dor das doenças, dos maltratados, estirpando a
ignorância do homem.

Tire o sofrimento dos que estão sendo sacrificados em atos
apregoados como religiosos, científicos, tirando das mãos
humanas a sede pelo sangue.

Abrande a tristeza dos que, como eu, foram abandonados,
pois, dentre todos os sofrimentos, esse foi o maior e mais
duro de suportar.

Receba, DEUS, nesta noite gelada, a minha alma, e
minha oração pelos que aqui ficam. É por eles que vos peço,
pois não são humanos, mas são Seus filhos, e são leais e inocentes, e foram criados por Suas mãos e merecem o Seu abrigo.

Amém.

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